Saiba com quem a sua operação cripto está transacionando.
A Chainfy confere o seu cliente na Receita, levanta o histórico da carteira na blockchain e responde a cada transferência antes de o dinheiro sair. Tudo fica registrado de um jeito que você consegue defender numa inspeção.
Res. BCB 519, 520 e 521 · Lei 13.810/2019 · Recomendações 15 e 16 do FATF
135 mil+
nomes e entidades monitorados, entre sanções, PEP, CEIS e alertas
10
fontes oficiais consultadas, citadas em cada resposta
5
conexões de rastreio na blockchain, pesadas pelo valor
15 min
cadência da lista da ONU, que a Lei 13.810 manda cumprir de imediato
Nada de vídeo institucional. Isto é a plataforma respondendo ao vivo.
Escolha um endereço e veja a resposta que o seu time receberia:
Aqui a demonstração usa endereços de amostra, com status público conhecido. Na plataforma, vale qualquer endereço, e a análise vai bem além do sinal direto.
Três chamadas. Uma tarde de integração.
- 1
Cadastre o titular
Você manda nome e CPF ou CNPJ. A gente confere na Receita se o cadastro existe e está ativo, e roda o nome contra sanções, PEP, CEIS e os alertas da CVM. Nome informado diferente do oficial? Você fica sabendo na hora.
- 2
Registre a carteira
A gente levanta o histórico do endereço na TRON, até cinco conexões de distância, com peso pelo valor que passou de fato. O resultado volta com a evidência anexada, e a carteira entra no seu cadastro ligada ao titular.
- 3
Consulte antes de cada envio
Seu sistema pergunta, a resposta chega em milissegundos. Cada consulta fica arquivada com as versões de lista daquele exato momento. Quando o auditor pedir, está tudo lá.
Quem pratica o ato regulatório é sempre a sua instituição. A Chainfy entrega o dado, o sinal e a prova.
Toda resposta cita a fonte. Estas são as fontes.
Publicações oficiais, nome a nome. Sem lista secreta.
OFAC — Tesouro dos EUA
sanções, incluindo carteiras cripto designadas
ONU / Conselho de Segurança
cumprimento imediato — Lei 13.810/2019
União Europeia
lista consolidada de sanções financeiras
Reino Unido — OFSI
lista consolidada do HM Treasury
Tether (USDT)
congelamentos lidos do próprio contrato do token
Receita Federal, via Serpro
situação e nome oficial de CPF e CNPJ
Portal da Transparência / CGU
mais de 100 mil PEPs, atualizado todo mês
CEIS
empresas inidôneas ou suspensas pelo poder público
CVM
alertas de atuação irregular e stop orders
Rede TRON
a blockchain lida sem intermediário, até 5 conexões de profundidade
Cada análise grava qual versão de cada lista estava em vigor naquele momento. Não é a gente que diz que verificou. É o registro que mostra.
A gente não pede confiança. A gente oferece verificação.
Mesmo endereço, mesmo resultado. Sempre.
O score é determinístico. Rode a mesma consulta contra as mesmas versões de lista daqui a seis meses e o número não muda. Quem já teve que explicar um score de caixa-preta para o regulador sabe o que isso vale.
Cada resposta cita a fonte.
Versão e hash de cada lista ficam gravados na análise. O auditor não precisa acreditar em ninguém: ele recalcula.
Se o nosso motor cair, o sinal é fechar.
A gente nunca finge que verificou. Indisponibilidade vira sinal de bloqueio para o seu sistema, não silêncio.
100% de detecção nos hits diretos.
A cada release, o modelo roda contra uma suíte fixa de endereços sancionados de conhecimento público, da OFAC e do Conselho de Segurança. Para contraparte institucional tem parallel run de 90 dias, com critérios de aceite combinados por escrito antes de começar.
Um time pequeno, obcecado por um problema grande.
A Chainfy é um produto da Lurie Labs, casa de engenharia de software fundada em 2024 em Brusque, Santa Catarina. A escolha, desde o início, foi não tentar ser o mapa do mundo on-chain. É resolver o Brasil do começo ao fim: PEP, CEIS, Receita e Lei 13.810 no núcleo do produto, não num item de configuração.
Rafael Peixer
CEO
Antes de escrever uma linha do produto, escreveu a metodologia que ele teria que cumprir.
Jardel Schaeffer
CTO
Lidera a engenharia da plataforma: o motor de análise, o pipeline de dados e a infraestrutura que segura o gate no ar.
Abdel Karin Back
Engenheiro de software
Constrói o produto no dia a dia, do console que o compliance usa à API que o sistema do cliente chama.
Gustavo Coelho
Head de marketing
Traduz norma e engenharia para a linguagem de quem decide. Se você chegou até aqui, provavelmente foi por ele.
Quem já opera com a Chainfy.

E restam 2 vagas de cliente fundador: implantação acompanhada de perto pelo time que constrói o produto, linha direta com a engenharia e preço travado em contrato.
As perguntas que todo compliance officer faz.
O que a Chainfy decide pela minha instituição?
Nada. A gente entrega o dado, o sinal e a prova. Liberar, recusar, reportar, bloquear: cada um desses atos é da sua instituição, e o desenho é assim de propósito. É a sua governança, e é o que a norma espera.
Quais redes e ativos vocês cobrem?
USDT na rede TRON, que é onde está o grosso do volume das operações brasileiras. A arquitetura já nasceu preparada para outras redes; a ordem de expansão vai seguir o volume dos nossos clientes, não o roadmap de marketing.
A Chainfy substitui as ferramentas globais de análise on-chain?
Para o corredor USDT na TRON e para as obrigações do regime PSAV, a Chainfy é o programa completo. Se você precisar de uma base de atribuição global a mais, a plataforma puxa fontes premium por integração, e o seu programa de conformidade continua sendo um só, auditável de ponta a ponta.
Ainda não protocolei o pedido de autorização. Não é cedo?
É o contrário. O pedido exige controles funcionando, e fiscalização exige histórico. Quem liga os controles hoje chega ao protocolo com meses de trilha registrada. Essa é a diferença entre declarar que monitora e conseguir provar.
Quanto tempo leva a integração?
Três chamadas de API: titular, carteira e a consulta por transferência. Um dev integra numa tarde. E o console web funciona desde o primeiro minuto, antes de qualquer integração.
Quanto custa?
Os planos são em reais, por faixa de uso, e fechados em contrato. Sem surpresa cambial, sem preço de tabela que não cabe na sua operação. Cada instituição tem volume e desenho próprios, então o caminho é uma conversa de 30 minutos.
Onde ficam os dados?
Em infraestrutura no Brasil. Cada cliente fica isolado em nível de linha do banco de dados, a identificação de titulares é cifrada, e o vínculo entre carteira e pessoa nunca sai do seu ambiente. O detalhe está na Política de Privacidade.
O score usa inteligência artificial?
No caminho de decisão, não. O score é determinístico e explicável por construção, que é o que se defende numa auditoria ou numa inspeção. IA pode ajudar na triagem e na produtividade, mas nunca decide um bloqueio.
Como eu sei que a detecção funciona?
Você testa. Tem a prova ao vivo nesta página, a suíte de validação com endereços de status público e o parallel run de 90 dias com critérios de aceite por escrito. A gente prefere ser verificado a ser acreditado.
Chegue ao protocolo com a conformidade resolvida. E com prova.
Marque 30 minutos. A gente mostra o fluxo inteiro na sua frente: o cadastro verificado, o breakdown de um score real e o formato dos artefatos que o seu compliance vai assinar.